O Coleira Thrall entrega o kit de bondage que fecha a distância entre quem manda e quem obedece: coleira acolchoada, correia central regulável pela Dominatrix e um par de algemas presas por mosquetões giratórios formando um único circuito de contenção. Não é peça avulsa pra decorar cena, é o sistema que deixa o corpo do submisso sob controle real, do pescoço até os pulsos, no ponto que ela decidir apertar.
| Ficha técnica | Especificação |
|---|---|
| Material | Couro sintético (PU) forrado com espuma macia nos pontos de contato; fivelas, argolas e corrente em metal niquelado |
| Coleira | Ajustável até 56 cm de circunferência, fivela com múltiplos furos |
| Algemas (par) | Ajustáveis até 35 cm de circunferência cada, acolchoadas por dentro |
| Correia central | Regula de 33 a 53,5 cm entre a coleira e as algemas |
| Guia com corrente | Aproximadamente 88 cm de comprimento, mosquetão giratório destacável |
| Cor | Preto, com a alça da guia em azul-marinho |
A coleira fecha entre 40 e 56 cm de pescoço e cada algema entre 25 e 35 cm de pulso, sempre com folga regulável pela fivela. Quem decide o resto é a correia central: nos 53,5 cm ela dá corda pro submisso mover os braços, nos 33 cm ela puxa os pulsos até perto da coleira e trava a postura na posição que a keyholder escolher. A guia sai por um mosquetão giratório independente, então ela pode conduzir sem a corrente torcer no meio do trajeto.
Contenção que a Dominatrix gradua, não que o submisso negocia
As três peças compartilham o mesmo diâmetro de argola nos mosquetões, então travam juntas sem folga e sem chance de abrir sozinhas no meio da sessão. Ela decide começar só pela coleira com a guia, testando obediência à distância, e só fecha a correia central quando quiser subir o nível de contenção até os pulsos presos. O kit acompanha a escalada que ela impõe, não entrega tudo de uma vez.
Acabamento pensado pra sessão longa
Por dentro, coleira e algemas vêm forradas com espuma macia sob costura dupla, o que evita marca de pressão mesmo com a correia central puxada até o limite do ajuste. Por fora, o couro sintético aguenta puxão firme sem esticar, e as fivelas em metal niquelado seguem funcionando depois de sessões com suor ou lubrificante por perto. É acabamento que resiste ao tempo que ela decidir manter o submisso preso.
Antes de travar o circuito completo
A regra vale mesmo pra quem está no controle: ajuste a coleira deixando espaço pra dois dedos entre o couro e a pele, repita nas algemas, e só então feche a correia central, testando primeiro no furo mais folgado. Apertar de uma vez no ponto mais curto é risco desnecessário; escalar aos poucos é o que separa dominação de descuido. Manter uma tesoura de ponta romba por perto na primeira sessão com o kit completo é parte do controle, não uma limitação dele.
O Coleira Thrall é pra quem já superou a coleira solta e quer um sistema de verdade pra decidir o quanto o corpo do submisso fica preso, do pescoço aos pulsos, sem depender de peças soltas que não se conectam. Ela aperta, ela solta, ela escala: o kit só obedece.





























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